The Legend of Zelda: Breath of the Wild – Tudo o que Você Precisa Saber!

FALA GAMERS!

E praticamente de uma maneira incrível, a Nintendo guardou por meses os grandes detalhes – incluindo o nome – do seu novo jogo da franquia Zelda. E, na moral, é difícil demais não entrar na hype desse jogo! Zelda sempre vem com um selo de qualidade que já tem seus 30 anos. Dificilmente vão errar nesse jogo!

O que me deixa um pouco desconfortável é ver que, mais uma vez, a Nintendo lança um jogo da franquia durante uma transição de gerações, assim como foi feito com Twilight Princess, lançado em  2006, praticamente de maneira simultânea no Game Cube e no Wii. Demorou demais, Nintendo! De novo!

Mesmo assim, esperem algo grandioso! A Nintendo pode ter diversos defeitos, porém definitivamente downgrade gráfico ou bugs de lançamento não são deles!

Desde que The Legend of Zelda: Ocarina of Time foi lançado para o Nintendo 64, a empresa japonesa parece ter encontrado a “fórmula mágica” para os games tridimensionais da série. É por isso que, por mais que sequências como Skyward Sword e The Wind Waker tenham apostado em cenários diferentes, a estrutura geral das aventuras não é assim tão variada.

Ciente de que estava chegando perigosamente perto de um ponto de estagnação, a Nintendo decidiu “puxar o freio” e reimaginar a franquia. Para isso, a empresa buscou inspiração nas origens da série: um game com mundo aberto no qual os jogadores tinham bastante liberdade para decidir a ordem do que deveriam fazer.

O resultado é algo que se aproxima muito mais de um RPG como The Elder Scrolls V: Skyrim do que qualquer outro título da franquia. Isso muda tanto a forma como você explora o mundo quanto as maneiras como equipamentos, itens e missões são recebidos, entre outros quesitos bastante relevantes. Uma das principais mudanças que a Nintendo fez no novo Zelda foi em seus sistemas de equipamentos. Se nas aventuras anteriores Link havia um arsenal limitado pelos labirintos que ele completou e pelas missões secundárias finalizadas pelo jogador, agora você pode usar uma seleção de armas muito maior.

Além de galhos encontrados no ambiente, o jogador pode usar espadas enferrujadas e lanças criadas por seus inimigos para atacar — como cada item tem uma durabilidade limitada, você vai ter que mudar constantemente sua forma de ataque. Ainda haverá a presença de equipamentos icônicos como a Master Sword, mas parece que a Nintendo decidiu dar mais escolhas táticas a quem estava cansado dos padrões do passado.

Outra mudança substancial ocorre na maneira como o herói recupera seus pontos de vitalidade. Se antes havia uma quantidade generosa de corações escondidos em meio à folhagem, agora você vai ter que coletar cogumelos, maçãs e outros tipos de suprimentos para manter seu herói vivo e saudável.

The Legend of Zelda: Breath of the The Wild promete ser um game gigantesco. Tão gigantesco que, segundo a Nintendo, nenhum dos visitantes em seu estande na E3 deste ano sequer vai ser capaz de explorar a única área disponível — uma elevação na área central de Hyrule que abriga o início da nova aventura.

 

O jogador vai poder usar qualquer uma das armas deixadas por seus oponentes, sendo que cada uma delas se comporta diferente. Em outras palavras, chegou ao fim os dias que a Master Sword (ou a Goron Sword) era sua única opção viável: agora lanças, machados e porretes também podem dar conta do recado sem nenhum problema. O mesmo princípio se aplica ao escudo usado pelo personagem, que pode se tratar até mesmo de uma tampa improvisada. O jogador vai ser o único responsável por conseguir um meio de se defender, levando em consideração que os inimigos usam táticas que levam em consideração o equipamento usado.

Link vai encontrar alguns inimigos gigantescos em sua nova aventura

Uma das mudanças mais substanciais é consequência da inclusão de alguns sistemas furtivos. Tal qual um Solid Snake, Link pode se esgueirar pela grama e avaliar a força de seus oponentes de um lugar seguro — os inimigos estão atentos aos movimentos do herói e possuem diferentes níveis de alerta, podendo decidir investigar locais que consideram suspeitos.

 

Quem já tem um Wii U e não pretende trocar tão cedo de console não vai ter muitos motivos para deixar de jogar o game nele. No entanto, quem é fã da Nintendo e pulou essa geração pode achar uma boa ideia esperar um pouco mais para comprar um video game mais poderoso já acompanhado pelo que promete ser um RPG de alta qualidade.

RafaTris

Inveterado gamer, que joga de tudo um pouco! Amante de RPG's, games de luta e Cultura Pop!